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España y otros 15 países cierran filas para defender la PAC y la cohesión en el próximo presupuesto europeo
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Reunião dos Amigos da Coesão

BRUXELAS, 18 Jun. – Os líderes do grupo de países denominado ‘Amigos da Coesão’, entre eles Espanha, Itália, França e Portugal, reafirmaram na quinta-feira a sua vontade de manter uma posição comum nas negociações do próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) da UE para o período 2028-2034, reivindicando que as novas prioridades estratégicas do bloco não sejam financiadas às custas das políticas tradicionais de coesão, agricultura e pesca.

Durante uma reunião informal à margem da Cúpula de líderes em Bruxelas e promovida pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e pelo presidente romeno, Nicusor Dan, os dirigentes defendem que o futuro orçamento comunitário deve ser capaz de responder a desafios emergentes, como a segurança ou a defesa, sem “prejudicar as políticas previstas nos Tratados”, começando pela política de coesão, a Política Agrícola Comum (PAC) e a Política Pesqueira Comum.

Os participantes enfatizaram que estas políticas constituem “investimentos essenciais para o futuro da Europa”, argumentando que reforçam a coesão económica, social e territorial, além de contribuírem para a segurança alimentar, a competitividade e a resiliência das comunidades europeias.

Adicionalmente, confirmaram sua “determinação comum” de manter uma posição unida durante toda a negociação orçamentária e continuar com uma ação coordenada a nível político para garantir “a continuidade, a visibilidade e a eficácia” do grupo ao longo do processo.

Espanha e Itália pedem um orçamento mais ambicioso

Paralelamente a esta reunião, o presidente do Governo, Pedro Sánchez, encontrou-se com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, para discutir o próximo orçamento e concordaram na necessidade de um quadro financeiro mais ambicioso, focado no “reforço das políticas tradicionais”.

Fontes governamentais confirmaram também que Espanha e Itália estão de acordo em continuar trabalhando juntas por uma Europa “forte, ambiciosa e com um peso próprio no cenário global”.



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Economia