Ventura afea a la derecha portuguesa que mendigue el apoyo de Montenegro: "Que le den, yo quiero al pueblo" El e-commerce ibéric…

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André Ventura critica os concorrentes de direita nas eleições

    

André Ventura, líder da ultradireita de Portugal.

André Ventura, líder da ultradireita de Portugal. - Europa Press/Contacto/Diogo Baptista

MADRID, 16 de janeiro de 2023 - O líder do partido Chega e candidato às eleições presidenciais deste domingo em Portugal, André Ventura, criticou os demais concorrentes da direita por terem "mendigado" o apoio do primeiro-ministro português, Luís Montenegro, durante a campanha. "Que lhe deem", disparou a aposta da ultradireita para estas eleições.

"O que quero é que lhe deem a Montenegro, eu quero o povo português", declarou na noite de quinta-feira durante um ato de campanha em Coimbra, citando o ex-primeiro-ministro conservador Pedro Passos Coelho, que em 2012 afirmou "que lhe deem às eleições, o que importa é Portugal".

Ventura destacou que há candidatos que "estão nestas eleições para agradar a Luís Montenegro" e desafiou tanto o liberal João Cotrim de Figueiredo quanto o conservador Luís Marques Mendes a "mandar à m**da" o primeiro-ministro de Portugal, conforme documentado pela agência de notícias Lusa.

O candidato expressou sua incompreensão sobre os adversários da direita que parecem implorar: "por favor, Luís Montenegro venha nos apoiar". Além disso, aproveitou para criticar o apoio previsto que liberais e social-democratas concederão ao candidato socialista António José Seguro no segundo turno.

Os portugueses se dirigem às urnas neste domingo para eleger o novo presidente da república nas eleições mais disputadas das últimas décadas, em que tudo indica que haverá um segundo turno, com Ventura e Seguro como os competidores mais prováveis.

"A mudança nunca esteve tão perto", afirmou Ventura, que pediu aos seus eleitores que "não desistam nem por um segundo", agora que faltam apenas dois dias para a realização das eleições.

O líder do Chega não perdeu a oportunidade de atacar a população migrante, fazendo referências ao primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques. "Sempre que tinha que lutar contra os mouros, dizia aos soldados: 'Amanhã podemos viver ou morrer, mas Portugal pervivirá'", recordou.

A maioria dos candidatos encerram suas campanhas nesta sexta-feira em Lisboa, exceto Catarina Martins, do Bloco de Esquerda e a única mulher na disputa, e Cotrim de Figueiredo, cujas chances de avançar para o segundo turno, marcado para 8 de fevereiro, foram diminuídas, segundo as últimas pesquisas.



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