Las autoridades portuguesas abren una investigación a la Policía por el desalojo de las acampadas Planas confía en un acuerdo "e…
MADRID, 26 de outubro – A Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI) e o Ministério Público portugueses abriram uma investigação sobre as intervenções policiais realizadas no último domingo pela madrugada, visando o desmantelamento dos acampamentos por moradia em Lisboa e no Porto.
Investigação sobre a ação policial
“Após a sequência de notícias e imagens divulgadas publicamente, decidiu-se abrir um processo administrativo para esclarecer as circunstâncias” da atuação policial, declarou a IGAI. O objetivo deste processo é a “avaliação dos procedimentos adotados”.
Este órgão, responsável por fiscalizar a atuação policial, aguarda agora relatórios da direção nacional da Polícia e do Ministério Público sobre o que ocorreu na noite de sábado para domingo do último fim de semana.
Conflitos e consequências
Os agentes utilizaram cassetetes nas cargas para desalojar os acampados na Praça de Pedro IV em Lisboa e na Praça de João I no Porto, o que resultou em cerca de 50 feridos e 33 detidos.
Reações e críticas
A ONG Anistia Internacional denunciou o uso desproporcional da força e violações do Direito Internacional. Por sua vez, o SOS Racismo pediu a demissão do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, em virtude da “brutalidade desmedida da ação policial”, que foi comparada à “conduta pacífica dos manifestantes”. A oposição portuguesa também criticou a atuação policial.



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